Bio

Natural de São Paulo, Capital, vem de família de talentosos músicos pelo ramo paterno que muito o influenciaram: seu tio Ciccillo (Francisco Bernardo) foi violinista-spalla das orquestras Sinfônica Brasileira (OSB) e da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, além de músico requisitado em importantes gravações nas décadas de 40 a 60, e seu tio Arthur Bernardo foi violonista, vocalista, compositor e um dos fundadores do célebre conjunto vocal-instrumental Demônios da Garoa.

Estudou piano com os professores Rosa Lourdes Civile Melitto, Lourdes França, Gilberto Tinetti e Lina Pires de Campos. É diplomado em Licenciatura em Educação Artística com Habilitação em Música pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.

Ao lado de uma intensa atividade como diretor de corais, arranjador, maestro preparador e pianista acompanhador atuante nas “Vesperais Líricas” do Teatro Municipal de São Paulo, diretor musical em CDs produzidos pelo Digital Studio e lançados em importantes selos como Paradoxx Music e Abril Music, e uma passagem ao longo de 1999 pelo grupo musical Demônios da Garoa como vocalista e tecladista que culminou na gravação do CD “Mais Demônios Que Nunca”, lançado em selo Trama em maio do ano seguinte, dedica especial atenção ao choro, linguagem musical de sua predileção, arranjando para diversas formações instrumentais, idealizando e apresentando em 1992 o programa “Contando o Choro”, da Rádio Cultura AM, e sendo premiado em 1993 com uma Bolsa Vitae de Artes para realizar um levantamento da vida e obra de 12 importantes músicos brasileiros ligados ao choro.

Sua expressiva discografia destaca os seguintes títulos: “Homenagem a Canhotinho”, lançado em agosto de 2000 em selo Digital, composto de transcrições próprias para piano solo da obra do cavaquinista Roberto Barbosa ‘Canhotinho’ simultaneamente publicadas em álbum de partituras editado pela Irmãos Vitale; “Encores”, lançado em março de 2002 em selo Ouver Records, seu primeiro trabalho para piano solo erudito com repertório situado entre o barroco alemão e o impressionismo francês.

Em 2003 e 2005 lançou, pela editora Irmãos Vitale, os livros “Nabor Pires Camargo, Uma Biografia Musical” e “Waldir Azevedo, Um Cavaquinho na História”.

Recentemente gravou o CD “O Cancionista”, a ser lançado ainda neste semestre, trazendo sua faceta de cantor e acompanhando-se ao piano na interpretação da grande canção brasileira e internacional.

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